domingo, 2 de outubro de 2011

As Aventuras de Kechol - Despertando

Kechol desperta, tardio para os anciões.
-só não podemos pronunciar até que wanderer (Πλανήτης) labutávamos...

Sua tribo continuava a tratá-lo melhor que sua paterfamíias; entretanto, esperançoso estava nos Deuses.
-lábios azuis; veias azuis, planeta azul... foi ela que m'o ensinou...

Passa, mesmo sem o desjejum, o resto do dia dançando ao Seus sonS, alimentando a alma.
Medita sobre as broncas do dia, imagina quão desgastado está seu recurso que o mantém neste wanderer - sua arrogência moral. Decide que é melhor, por hora, manter-se no padrão (que já imagina fazendo parte da ordem denominada antiga) e participar daquilo que está mais inclusivo no agora, os jogos.

A multidão está ensandecida. Há uma mistura das vários matizes do "não amar o próximo", Kechol busca, como sempre, inclusão. Esforça-se para sentir o que seus iguais sentem; mas aprendeu a não vomitar de tanto pensar, e a confiar nos Deuses, para tudo, desde a culpa.
- consequência do Agora...

Até a posteridade.
- grande demais para qualquer Um...

Sente-se tentado a Falar, mas decide ser prático, preguiçoso, hipócrita, tímido;
-poético quem sabe...

Enfim, pactua também a ser mais humilde, e sentir-se muito bem ao sair gol da póleis de Corinto!
-Vai Coríntios, verdadeiros da Terra de Corinto!


Estas são as Aventuras de Kechol, mérito de ninguém!
Prontas a seguir seu curso natural por conta próprias!
E quem vos escreve? Talvez não seja o Iosef; enfim, fiz por Amor a nós todos, apesar de fazer por ele. (:
Beijo, Joseph!

Kechula, your dearest friend.

Um comentário:

  1. Linda... não sei o que dizer. Quero brigar pq vc só aparece assim, em ideias, nunca em carne e osso.
    de qq forma, agradeço e aguardo o retorno.

    Beijos

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